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O desenvolvimento de software tem se tornado uma tarefa cada vez mais árdua. Pressões por produtividade, custo e prazo, aliado às tecnologias em constante desenvolvimento, fazem com que projetos de software sejam imprevisíveis. Neste contexto a Quantiza Systems em parceria com a PUCRS está desenvolvendo um projeto para a criação de uma Plataforma de Desenvolvimento de Software para os seus sistemas (PDSQ). A PDSQ foi projetada como uma arquitetura flexível e adaptável, seguindo a abordagem Model Driven Architecture (MDA), bem como a tecnologia de Object Oriented Frameworks.

  O projeto prevê o desenvolvimento de uma infra-estrutura Java/J2EE multi-camadas e um gerador automático de aplicações baseado em modelos UML 2.0. Esta infra-estrutura  abstrai a complexidade das API´s, devendo privilegiar a reutilização e estabelecer um modelo padronizado para a arquitetura dos sistemas Java/J2EE desenvolvidos pela Quantiza Systems.

  Do ponto de vista especificação de sistemas, a PDSQ incorpora a noção de UML Profiles com o intuito de unir os conceitos oriundos da plataforma de execução (Java/J2EE)  com uma especificação de alto nível. É importante ressaltar que a utilização desta abordagem, bem como com a utilização de Transformadores, torna possível obtenção do código final da aplicação que está sendo desenvolvida.

Algumas inovações produzidas por este projeto:

• Construção de uma plataforma para desenvolvimento de sistemas em camadas;
• Desenvolvimento de uma arquitetura flexível para suportar a plataforma;
• Definição de um conjunto de boas práticas para a utilização da arquitetura de software configurável;
• Identificação e adaptação de uma forma de representação de modelos de alto nível;
• Identificação de uma forma de mapeamento sistemático destes modelos em artefatos de software flexíveis;

Os benefícios trazidos pela abordagem podem ser traduzidos como:

• A diminuição do tempo de desenvolvimento, uma vez que o artefato reutilizável representa uma parte já desenvolvida do software como um todo;
• A melhoria na qualidade do produto final, uma vez que o artefato reutilizável já passou por uma fase de teste;
• O aumento no vocabulário da linguagem utilizada durante o processo de desenvolvimento de software, uma vez que o artefato reutilizável introduz sua própria linguagem para representar conceitos mais abrangentes (conceitos reutilizáveis);
• A diminuição do custo total de desenvolvimento, dado a diminuição do tempo de construção e redução do tempo de manutenção do software;

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